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ENTRE 27 DE MARÇO E 5 DE ABRIL, OS CORRETORES
CAMPEÕES DA PRIMEIRA EDIÇÃO DO RALLY UNIBANCO AIG DESFRUTARAM
O SABOR DE UMA FANTÁSTICA VIAGEM AO CANADÁ.

Durante o período em que o Circuito Internacional da primeira edição
do Rally Unibanco AIG esteve em andamento, os corretores puderam votar para
definir o destino da viagem oferecida aos campeões da ação
promovida pela Unibanco AIG Seguros & Previdência. Ao eleger o
Canadá, deram prova, mais uma vez, de seu bom gosto e espírito
de aventura. Isso porque o país escolhido é realmente fascinante
e surpreendente. Que o diga cada um dos 110 campeões que puderam
conhecer de perto particularidades do segundo maior país do mundo.
A aventura preparada pela Unibanco AIG aos corretores que cruzaram na frente
a linha de chegada da competição teve início em 27
de março.
Antes de embarcarem no vôo da Air Canada rumo a Montreal, corretores
e acompanhantes foram recepcionados no restaurante The Collection, instalado
no aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo. Um coquetel
de boas-vindas serviu de aquecimento para as experiências inesquecíveis
que seriam vividas dali em diante.


IMPRESSÃO MARCANTE
No primeiro dia em solo canadense, o grupo foi instalado no Hotel Le Centre
Sheraton, no centro de Montreal. Na verdade, mais que um local para recompor
as energias, o hotel transformou-se em base de partida para muitas das aventuras
vividas nos 10 dias da viagem. Logo na chegada, o primeiro impacto: Montreal
é simplesmente deslumbrante. Ao unir a modernidade de uma grande
metrópole norte-americana ao charme europeu, a cidade concentra,
num único local, edifícios de arquitetura arrojada, prédios
históricos e uma surpresa a cada esquina.
Fundada por católicos franceses em 1642, a segunda maior cidade canadense
destaca-se hoje pela diversidade cultural. Cerca de 70% de seus 3 milhões
de habitantes têm ascendência francesa, o que confere ao povo
uma certa inclinação para os prazeres da culinária
e do vinho.
Essa característica pôde ser sentida no almoço no restaurante
Du Vieux Port, localizado na região do que foi, até o início
do século 20, um dos mais importantes portos fluviais da América
do Norte. No final da década de 1980, o governo canadense transformou
o local num dos parques mais freqüentados de Montreal, encravado na
parte onde a cidade nasceu, a Vieux-Montréal (Montreal Velha).
Satisfeitos os apetites, chegou o momento de matar a sede de aventura. Da
Montreal Velha, o grupo partiu rumo à Ile-Notre-Dame, ilha fluvial
onde está o autódromo Gilles Villeneuve, um dos mais bonitos
circuitos de Fórmula 1 do mundo. Nos 4.421 metros da pista onde o
Grande Prêmio do Canadá de F1 é disputado todos os anos,
os corretores viveram momentos de muita emoção. Com automóveis
especiais, todos tiveram a oportunidade de acelerar fundo na pista que já
viu muitos outros campeões mostrarem seu talento.




VISÃO GERAL
Depois da disputa, o grupo partiu para um passeio panorâmico pela
cidade. Na verdade, uma metrópole que reúne atrações
para todos os gostos. Na própria ilha que abriga o autódromo,
fica o Casino de Montréal, um complexo com linhas futuristas pertencente
ao governo da província. Perto dali, está o Olympic Park,
construído especialmente para os Jogos Olímpicos de 1976.
Em razão de suas construções arrojadas, como a Torre
de Montreal, com 175 metros de altura, ainda hoje é um dos mais famosos
cartões-postais da cidade.
Inúmeros museus, igrejas deslumbrantes e um parque belíssimo,
o Parc Mont-Royal - projetado por Frederick Law Olmsted, o mesmo que idealizou
o Central Park de Nova York -, são apenas mais algumas das atrações
à disposição do visitante.
Bem, depois de tomar consciência de que ainda havia muito por conhecer,
o grupo voltou ao hotel para tomar fôlego e continuar a aventura.
Para relaxar, a Unibanco AIG Seguros ofereceu a todos um coquetel no Le
Club, instalado no 34º andar do hotel.
Logo em seguida, partiram para mais uma experiência gastronômica
inesquecível: um jantar no Restaurante Hélène de Champlain,
na Ile Sainte-Helene. Instalado num velho casarão de pedra, localizado
no coração da área banhada pelo Rio São Lourenço,
que circunda a cidade. Depois do jantar, não restava nenhuma dúvida:
os pratos servidos na região estão à altura da beleza
do lugar.



HOTEL CONSTRUÍDO DE GELO
No dia seguinte, todos levantaram cedo. Afinal, ainda havia muito por conhecer.
Dessa vez, no entanto, as belezas de Montreal foram deixadas para trás.
O grupo partiu rumo a Quebec, capital da província de mesmo nome
e distante duas horas de estrada.
A primeira parada foi em grande estilo. O almoço foi no Café
La Terrasse, no hotel Château Frontenac, um dos cartões-postais
da cidade. Construído de pedras e tijolos, a obra só foi concluída
em 1983, exatos 100 anos depois da abertura ao público da primeira
parte do hotel. Hoje, com mais de 600 quartos, apresenta uma área
social suntuosa e elegante.
Para quem imaginou ser aquele o ponto máximo do passeio, a surpresa
veio logo depois. Saindo do Château Frontenac, a parada seguinte foi
no Ice Hotel, um hotel totalmente construído de gelo. Todos os anos,
em apenas cinco semanas, o complexo de salões, com teto sustentado
por colunas de quase 5 metros, é edificado na neve. Não só
a estrutura do hotel, mas também sua mobília é construída
a partir de 10 mil toneladas de neve e 350 toneladas de gelo.
Nos 3 mil metros quadrados de área total do hotel, o complexo abriga
galerias de arte e o famoso The Absolut Ice Bar, onde se pode apreciar a
melhor vodca da região. Depois de tantas surpresas, o dia chegou
ao fim, mas a aventura, não.
Dali, o grupo retornou a Montreal. O jantar, dessa vez, foi no Restaurante
St. Gabriel, na Vieux-Montréal, local onde a cidade nasceu. Com o
crescimento da metrópole no século 19, a cidade antiga entrou
em decadência, mas foi revalorizada na década de 1960. Os edifícios
do século 18 foram restaurados e, hoje, abrigam inúmeros restaurantes,
bistrôs e butiques da moda.


OS CAMINHOS DA SORTE GRANDE
Ainda naquela noite, apenas a segunda de toda a "expedição",
os interessados em testar a sorte tiveram à disposição
vans para traslado do hotel até o Casino de Montréal.
Depois de toda essa maratona, não havia programação
para a manhã do dia seguinte. Quem preferiu acordar mais tarde, para
recuperar as energias, pôde descansar. É claro que muitos,
no entanto, preferiram aproveitar cada segundo do passeio. De fato, Montreal
reserva muitas surpresas boas aos visitantes e sempre há algo mais
para conhecer.
Mesmo quem observa os arranha-céus do alto do mirante do Parque Monte
Real, de onde se tem uma bela vista da cidade, não pode imaginar
quantas particularidades Montreal esconde. Talvez a mais impressionante
seja a cidade subterrânea. Em 1954, com a construção
do centro comercial Place Ville-Marie, os montrealenses começaram
a esculpir uma nova cidade embaixo da Montreal vista dos mirantes.
Hoje, são mais de 29 quilômetros de corredores, com acesso
a dez estações de metrô. Muito diferente do que se pode
imaginar, porém, o labirinto conta com salões e passagens
bem projetadas, com iluminação natural e muitas obras de arte.
Por meio dele, se tem acesso a cerca de 2 mil lojas (metade dos estabelecimentos
comerciais da cidade), sete hotéis e 80% dos escritórios do
centro da cidade. Definitivamente, não havia como perder a oportunidade
de conhecer tudo isso.
CENTRO DO PODER POLÍTICO
Na programação da tarde, mais aventuras. O grupo partiu rumo
à capital canadense. Com apenas 315 mil habitantes, Ottawa apresenta
uma identidade própria, mesclando prédios históricos
e construções modernas, oferecendo atrações
capazes de entreter os 4 milhões de visitantes que recebe por ano.
A primeira parada foi para conhecer os edifícios do Parlamento, ou
Parliament Buildings, como são chamados pela população
local. Imponentes e majestosos, os prédios de arenito em estilo gótico
foram concluídos em 1860. Os blocos leste e oeste do complexo destacam-se
por causa do brilho esverdeado dos tetos de cobre. Erguidos em uma colina
de 50 metros de altura, os edifícios da sede do governo nacional
dominam a paisagem da cidade, apesar dos inúmeros arranha-céus
erguidos à sua volta. Outras surpresas, como o bairro das embaixadas
e as ruas comerciais da capital canadense, puderam ser desfrutadas pelo
grupo.


MANJAR DOS DEUSES DA FLORESTA
No caminho de volta para Montreal, mais uma parada inesquecível:
um jantar na Sucrerie de la Montagne, paraíso canadense encravado
em meio a uma floresta de plátanos de 50 alqueires. O plátano,
na verdade, é o nome dado a uma família de grandes árvores
nativas da América do Norte. Podem ter mais de 30 metros de altura
e suas folhas são o símbolo do Canadá. A partir de
sua seiva se produz um xarope, usado em muitos pratos doces e salgados.
Fervido lentamente, o xarope torna-se um açúcar dourado, de
sabor muito particular.
A Sucrerie é a reconstrução de uma choupana do século
19 na qual a seiva do plátano era fervida e destilada em grandes
chaleiras. À sua volta, estão outras 20 construções
rústicas, nas quais estão instaladas uma padaria e uma loja
de mantimentos, além de chalés para hóspedes e, claro,
um grande restaurante. Refeições tradicionais, complementadas
por dezenas de derivados do plátano, como balas, bolinhos e pães,
são servidas ao som de música folclórica.
Para o visitante, mais que uma deliciosa experiência, a parada transforma-se
numa verdadeira aula de história. Entre uma iguaria e outra, descobre
que os primeiros a desenvolver o processo de produção do xarope
de plátano foram os canadenses nativos, muitos antes da chegada dos
colonizadores europeus, no século 16. Mais tarde, passaram esse conhecimento
ao homem branco e, desde então, as técnicas de produção
mudaram muito pouco.
Não foi fácil sair de um lugar cuja atmosfera é capaz
de proporcionar uma verdadeira viagem no tempo. Mas, como a aventura tinha
de continuar, o grupo partiu, mais um vez, rumo a Montreal. O objetivo agora
era relaxar o corpo e preparar o espírito para o dia seguinte, quando
o grupo partiria para Mont Tremblant, estação de esqui famosa
internacionalmente, encravada no alto da cadeia de montanhas Laurentian.

NO TOPO DO MUNDO
No pico mais alto das Laurentians Mountains, está o Château
Mont-Tremblant, um resort conhecido em todo o mundo. Além de completa
infra-estrutura para a prática do esqui, todo o conforto e a qualidade
de serviços de um hotel cinco estrelas estão à disposição
de seus hóspedes. Piscinas internas e externas, saunas, salas de
ginástica e restaurantes de classe internacional são apenas
algumas das boas surpresas desfrutadas pelos campeões do Rally Unibanco
AIG.
Nos arredores do Château, a vila de Mont-Tremblant também é
surpreendente. Projetada para abrigar diversos restaurantes e inúmeros
atrativos, sua arquitetura de inspiração francesa, com lindos
prédios coloridos e uma charmosa rua de pedestres, remete o visitante
ao passado. Durante a visita, até o clima esteve perfeito. A chegada
do grupo à estação de esqui foi coroada por um dia
de sol e céu azul. A paisagem do lugar pôde ser apreciada em
detalhes.
No dia seguinte, uma nova boa notícia, dessa vez da própria
natureza. O sol deu lugar à neve e toda a região ganhou uma
nova identidade. As aulas de esqui oferecidas aos principiantes e a oportunidade
de descer a montanha pelas pista de esqui do hotel não poderiam acontecer
sob melhores condições.
Na parte da tarde, mais aventura. Na área de snowmobiles (veículos
individuais especialmente adaptados para a neve), o grupo foi dividido em
equipes e uma "competição" muito disputada foi realizada.
Na verdade, independentemente do resultado, a brincadeira ficou marcada
na memória de todos como mais uma experiência sem paralelo.
De volta ao hotel, o grupo pôde se preparar para o jantar, dessa vez
no Restaurante Windigo, um dos mais requintados e concorridos da vila de
Mont-Tremblant.
O terceiro dia na estação de esqui também foi marcado
pela aventura. Dessa vez, o meio de transporte foram quadriciclos, usados
para a disputa de mais um rally emocionante, em meio à neve. A diversão
tomou todo o dia e os campeões voltaram ao hotel somente no final
da tarde. Um jantar especial no próprio hotel foi servido em comemoração
não apenas à aventura da tarde anterior, mas a todos os momentos
inesquecíveis vividos pelo grupo até ali.
O café da manhã, servido a partir das 8h30, deu início
a mais um dia de aventura. Todos puderam escolher livremente o que fazer
até as 11 horas, horário de partida para mais uma cidade no
roteiro. Após uma parada para almoço em Montreal, o grupo
embarcou em um vôo rumo a Toronto, a maior cidade canadense.
ÀS MARGENS DO LAGO ONTÁRIO
Depois do check-in no hotel Crowne Plaza de Toronto, uma proposta interessante:
visitar um dos edifícios mais altos do mundo, a CN Tower, com seus
553 metros de altura. O percurso pôde ser feito a pé, já
que o hotel fica distante poucos metros dali. Instalado a mais de 340 metros
do solo, num dos pontos mais altos da torre, está o 360 Restaurant.
Nele, o grupo pôde saborear um jantar espetacular, enquanto apreciava
uma vista sem similar de toda a cidade. Isso porque o salão do restaurante,
na verdade um grande anel que circunda a torre, gira lentamente e dá
aos visitantes uma visão por inteiro da região.
Um nível abaixo do restaurante, o visitante pode ter ainda uma experiência
especial. Nesse pavimento, parte do piso foi confeccionada com uma grossa
camada de vidro. Sobre ele, se tem a sensação de estar caminhando
a 300 metros do chão. No mínimo, uma oportunidade para ficar
na memória. O ponto mais alto que se pode visitar na CN Tower é
o Sky Pod, que conta com elevadores exclusivos e está a 447 metros
do solo.
O penúltimo dia de aventura no Canadá foi marcado por uma
escolha. Os campeões puderam optar entre passar o dia em Toronto
e conhecer melhor a cidade ou partir para visitar as Cataratas do Niágara.
Para quem decidiu ficar, muitas descobertas estavam por vir. A maior metrópole
do país oferece atrações de proporções
equivalentes aos 260 quilômetros quadrados pelos quais se espalha.
Um bom exemplo dessa grandiosidade é o SkyDome, o primeiro estádio
esportivo do mundo totalmente coberto, inaugurado em 1989.
DÁDIVA DA NATUREZA
Claro que aqueles que preferiram conhecer as Cataratas do Niágara
não puderam se queixar da grandiosidade do espetáculo oferecido
pela natureza. A maior queda d'água, chamada Horseshoe Falls, tem
800 metros de largura e mais de 50 metros de altura. O estrondo poderoso
da água pode ser ouvido a quilômetros de distância. Estar
perto de um espetáculo desse porte é um privilégio
e uma oportunidade ímpar, comparável à oferecida aos
corretores campeões do Rally Unibanco AIG de vivenciar toda essa
aventura.
Para os próximos anos, a meta é definir roteiros tão
empolgantes quanto o trilhado pelos 43 campeões da primeira edição
do Rally e seus acompanhantes. Para estar entre os que partirão rumo
a outro país cheio de surpresas, é preciso terminar na frente
a edição do Rally, agora em andamento. Portanto, acelere fundo,
mostre todo seu talento na condução dos negócios e
conquiste seu lugar no pódio.
OPINIÃO DE QUEM ESTEVE LÁ
Após o regresso dos campeões, a Revista do Corretor ouviu
a opinião de alguns deles sobre a aventura vivida no Canadá.
Confira!
"Todos os dias, ao voltarmos para o hotel, encontrávamos uma
surpresa no quarto. Essa preocupação com os detalhes, com
superar as expectativas, foi o que mais me marcou nessa experiência
inesquecível oferecida pela Unibanco AIG."
Roberta Escobar Novaes Pupo - Alencar - Bragança Paulista (SP)
"Mesmo que me dispusesse a gastar US$ 100 mil, não conseguiria
fazer uma viagem como essa. Todo o roteiro foi muito bem estudado. Alguém
foi até lá antes, para definir cada um dos lugares por onde
passamos. Foi realmente espetacular."
Antônio Cesar D´Arce Cândido - Nord Olinda - Recife (PE)
"A Unibanco AIG preocupou-se com todos os detalhes. Todos nós
poderíamos ter saído do Brasil sem um dólar no bolso
e teríamos passado muito bem. Até as roupas de inverno eles
providenciaram. Sem falar, é claro, nos lugares maravilhosos que
conhecemos."
Nelson da Veiga Neto - Prisminas - Divinópolis (MG)
"A viagem foi fenomenal, especialmente pelo carinho com que fomos recebidos.
Os lugares que conhecemos foram fantásticos, com destaque para a
oportunidade de pilotar no autódromo Gilles Villeneuve e de conhecer
a estação de esqui de Mont-Tremblant."
Jamson Carneiro Cavalcanti - Cabo Blanco - Recife (PE)
"Foi excepcional. Do ponto de vista de roteiro, um turista não
faria a viagem que fizemos. Tudo foi minuciosamente selecionado, dos locais
visitados, até os restaurantes e hotéis por onde passamos.
A presença do vice-presidente José Roberto Haym e do diretor
comercial Carlos Reis foi uma oportunidade importante para estreitar relacionamento
e conhecer pessoas com quem trabalhamos no dia-a-dia."
Ronald Macedo Torres - Rodobens - São José do Rio Preto (SP)

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